Cloud: uma tendência sem volta, mas com ida tardia

Assim como aconteceu com a virtualização, o Brasil ainda caminha vagarosamente na adoção de Nuvem. Os índices melhoraram significativamente em 2016, mas ainda estão muito aquém do potencial de mercado.

Boa parte disso se dá pelo fato de que historicamente, os gestores de TI brasileiros tendem a ser “late adopters” em tecnologias que impactam diretamente nas operações de negócio. Talvez pelos riscos, quem sabe. O fato é que essa demora em sair na frente pode custar caro – tanto do ponto de vista financeiro, como do ponto de vista competitivo, se pensarmos nos benefícios que a nuvem traz.

Costumo dizer que um dos principais motivadores da nuvem é que ela pode ser consumida em doses homeopáticas. Ou seja: podemos traçar um plano e implementa-lo gradativamente. Isso reduz riscos, permite familiarização com as tecnologias, entre outros pontos. Como todo bom relacionamento, porém, há um segredo para o sucesso: escolher bem o parceiro. Tenha em mente que mais do que preço por unidade, o caminho ideal pra nuvem requer um ótimo companheiro para leva-lo até ela.